De acordo com o CHEGA-Beja, “André Ventura não foi tratado como adversário político, mas como ameaça existencial, onde a entropia informativa, amplificada por manchetes alarmistas e opiniões enviesadas uniformizadas, não visou esclarecer os eleitores, mas condicionar o voto”:

É ainda afirmado que “o resultado, acima dos 66% para o vencedor levado em andor do sistema e mais de 33% para André Ventura, mais do que coroar um vencedor circunstancial, fixou e reforçou a base eleitoral do CHEGA e de André Ventura, demonstrando que o País virou à direita, porque a vitória do candidato do regime não resulta do seu mérito intrínseco, mas do cordão sanitário erguido para impedir que qualquer força ouse questionar o "status quo" do sistema.

O CHEGA-Beja, considera ainda que “ André Ventura sai politicamente vencedor, consolida-se como único representante da Direita Conservadora e Social em Portugal, enquanto o socialismo laranjinha por fora e rosa por dentro é remetido para o lugar que o Povo Soberano decidiu pelo voto, porque o incómodo que Ventura provoca não nasce de qualquer risco à democracia, acusação que revela falta de higiene intelectual, mas sim do risco real que representa para um regime néscio, corrupto, endémico e putrefacto.”

Estas Presidenciais expuseram, segundo o CHEGA-Beja, “uma República comatosa, defendida por quem dela depende, em que o voto mostrou que há um País real a emergir, cansado do conformismo, da dependência e do silêncio.”

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