Casos de língua azul detetados no Baixo Alentejo
Foram detetados, no Baixo Alentejo, casos de língua em animais ovinos, a informação é avançada na página oficial Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.
De acordo com a
publicação “em virtude da deteção de resultados positivos ao serotipo 4 no
concelho de Serpa em agosto de 2021, é definida a região do Alentejo como área
adicional de restrição para o serotipo 4, adicionalmente à área geográfica
sujeita a restrições por serotipo 1 e por serotipo 4 do vírus da língua azul,
que abrange a região do Algarve”
Assim, esta situação determina alterações à zona de restrição, vacinação e regras de movimentação animal. Passa a existir uma área geográfica sujeita a restrições pelos serotipos 1 e 4 do vírus da língua azul, constituída por todos os concelhos da Direção de Serviços de Alimentação e Veterinária da Região do Algarve e uma área geográfica sujeita a restrições pelo serotipo 4 do vírus da língua azul, constituída por todos os concelhos da Direção de Serviços de Alimentação e Veterinária da Região do Alentejo. No Baixo Alentejo estão incluídos os concelhos de Alvito, Aljustrel, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Serpa e Vidigueira.
As restantes regiões
do território nacional constituem zonas livres de língua azul.
A Língua Azul é uma doença viral, infeciosa não contagiosa, não transmissível
aos humanos. Existem 26 serotipos que se traduzem por 26 doenças diferentes sem
imunidade cruzada entre elas. A doença é habitualmente transmitida por insetos
do género Culicoides, que são os vetores biológicos.
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