Está aprovado pela Câmara Municipal de Cuba o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2026. Com um valor global de 12,23 milhões de euros, este Orçamento representa um aumento de 20,69% face ao orçamento inicial de 2025.

Em nota de imprensa, a autarquia afirma que “após vários anos de forte investimento, o novo orçamento traduz uma estratégia de gestão equilibrada, assente na estabilização das finanças municipais, num contexto exigente e desafiante”.

O orçamento aprovado assenta em quatro objetivos estratégicos, assegura o funcionamento regular do Município, reforça áreas essenciais como a ação social, a educação, o ambiente, a mobilidade e o desenvolvimento económico, e mantém uma aposta consistente na melhoria da qualidade de vida dos munícipes.

Ainda segundo o município “as Grandes Opções do Plano totalizam 5,48 milhões de euros, a que acrescem verbas associadas a financiamentos comunitários e a futuros instrumentos de apoio ao investimento, incidindo sobretudo em projetos estruturantes nas áreas da qualificação do espaço público, da modernização de infraestruturas de saneamento e gestão de águas, do ambiente, da educação, do turismo, da proteção civil e da refuncionalização de equipamentos coletivos”. É também revelado que a câmara vai ainda acompanhar com “especial atenção os desafios sociais emergentes, designadamente na área da habitação, procurando, no âmbito das suas competências, minimizar as dificuldades sentidas pela população, que, estimamos, venham a acentuar-se no presente ano.”

“Com este orçamento, o Município de Cuba consolidará um período de forte execução financeira, reforçando a sustentabilidade das contas públicas e criando as condições necessárias para retomar e aprofundar o investimento municipal de forma sustentada nos próximos anos, em benefício do desenvolvimento do concelho e da qualidade de vida dos munícipes” destaca João Duarte Palma, presidente da Câmara de Cuba.

Na nota é ainda acrescentado que “apesar do esforço de investimento previsto, o orçamento cumpre integralmente a regra do equilíbrio orçamental, garantindo que as receitas correntes são suficientes para suportar as despesas correntes e as amortizações dos empréstimos, permitindo ainda gerar poupança corrente destinada ao financiamento de despesas de capital.”

Comente esta notícia

Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.