“SALVAR A VIDA NÃO É APRENDER A NADAR” …

Mas até pode ser. Enquanto buscas, e até conseguires encontrar, um estilo, que te permita começar a nadar. Nessa altura já aprendeste a nadar. Depois… bem, depois, se te interessar continuar a nadar, ou exercitas esse (já) teu estilo, ou partes à descoberta de outros estilos. Mas também podes perder o interesse pela natação e quereres, agora, aprender a andar de bicicleta… E o ciclo repete-se. Ou então, de tão bem conheceres os diferentes passos desse processo, dizeres simplesmente que basta: «estou farto de, para cada coisa, para cada desafio, que a vida coloca à minha frente, ter de procurar um estilo.» ATENÇÃO! Esta última alternativa é muito, mas mesmo muito, perigosa. Perguntas-me porquê? Simples: a vida é feita de ciclos. Por cada um que se cruze contigo (ou tu com ele), ou descobres um estilo (ao menos), ou estás lixado! É a tua tábua de salvação, e pronto! Se a refutares, o que é feito de ti?  “Pára-me de repente o pensamento” … Poderás ter algumas, pequeninas, hipóteses, caso tenhas chegado àquela fase da vida em que já só tens duas alternativas: ou optas por gerir, com a devida parcimónia, uma sabedoria que acumulaste ao longo do tempo ou, pelo contrário, preferes sacrificá-la - porque te liberta - e decides entregar, profusamente, ‘pérolas a porcos’!

Mesmo assim, independentemente da tua opção, recomendo que o faças com estilo! Ouve quem está cá há mais anos do que tu e quer-te bem.

Bom, vou ter de me despedir. Estou sem vagar. Tenho encontro marcado com Mr. Sting e com os Windmills of [my] mind. Estou já a “aquecer os motores”.

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