A mostra é constituída por cerca de 60 imagens que retratam meio século de memórias e vivências da autora na vila da Amareleja. A exposição celebra as suas gentes, a cultura e a identidade alentejana através do olhar da antropóloga francesa. A ligação de Virginie Laffon a Portugal teve início no princípio da década de 1970, em Paris, onde estabeleceu amizade com jovens portugueses emigrados. Depois de viver de perto a Revolução de 25 de Abril, em Lisboa, viajou até à Amareleja, motivada pelo seu trabalho de investigação e pelo fascínio pela riqueza do cante alentejano.

Mais do que um registo documental, esta exposição constitui uma sentida homenagem à comunidade que a recebeu e inspirou ao longo de cinquenta anos de visitas, partilhas e convivência. 

A exposição “Diário de uma estrangeira numa terra que também foi sua” pode ser visitada até 30 de setembro, de terça-feira a domingo, entre as 09.00 e as 12.30 e as 14.00 e as 17.30 horas.

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