Maria da Fé Carvalho, coordenadora da União de Sindicatos do Distrito de Beja, estrutura afeta à CGT-IN, afirmou que esta greve geral é a resposta do mundo do trabalho às injustiças do pacote laboral e deixou a garantia que os trabalhadores não se resignam é a luta é para continuar.

No distrito de Beja esta greve geral levou ao encerramento e a constrangimentos de vários serviços da administração local e nacional de setores tão diversos como a educação ou a saúde. De acordo com os sindicatos na câmara de Beja, por exemplo, a greve ronda os 97%.

Esta é a primeira paralisação que junta as duas centrais sindicais, CGTP-IN e UGT, desde junho de 2013, altura em que Portugal estava sob intervenção da 'troika'.

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