Este protesto foi convocado pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP), estrutura que congrega as maiores associações e sindicatos das Forças e Serviços de Segurança nomeadamente a ASPP/PSP, APG/GNR, SNCGP, ASF/ASAE e ASPPPM.

As forças e serviços de segurança repudiam “veementemente as medidas que visam penalizar quem dedicou uma vida ao serviço público em condições de risco”, por isso, afirmam que “não aceitaremos que a segurança dos cidadãos seja garantida à custa da precariedade de quem a assegura. Uma pensão digna é um direito, não um privilégio.”

Este protesto é, de acordo com os promotores, “um grito de alerta uníssono contra o grave erro do corte de pensões previsto nas alterações legislativas” e alertam “os profissionais mais jovens para o impacto negativo que sofrerão caso não lutem hoje pelos seus direitos.”

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