De acordo com a DOREBE do PCP, “os baixos salários, a precariedade, a desregulação dos horários de trabalho e o empobrecimento são o mote para esta ação de luta contra o pacote laboral apresentado pelo governo PSD/CDS, que inclui mais de cem alterações à lei, naquilo que é um ataque aos direitos fundamentais dos trabalhadores, e que aprofunda ainda mais este cenário de empobrecimento dos trabalhadores.”

Ainda segundo a DORNE do PCP “os ataques à organização sindical, de que a limitação do direito à greve é um exemplo, o aumento da precariedade, a flexibilização dos horários de trabalho ou a redução dos direitos parentais, são apenas alguns dos objetivos da alteração à lei que pretende agravar ainda mais a instabilidade na vida dos trabalhadores.”

Para os comunistas a intenção é clara e passa por “agravar a exploração” e critica algumas das medidas que fazem parte do pacote laboral nomeadamente “o aumento da possibilidade de despedimentos sem justa causa, o alargamento dos motivos para a realização de contratos a termo ou a possibilidade de estes durarem mais tempo”. são apenas algumas das medidas incluídas no pacote laboral. Afirma o  PCP, que a um posto de Quanto às declarações do primeiro-ministro sobre “aumentos salariais de vulto” são, para o PCP, “uma resposta desesperada à crescente adesão à Greve Geral” ao mesmo tempo que “tenta atirar areia para os olhos dos trabalhadores que, neste momento, já vivem com muitas dificuldades em aceder ou pagar a habitação, para comprar bens alimentares ou para pagar contas no final do mês.”

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