Para o deputado do CHEGA “há decisões políticas difíceis de compreender” e que “são verdadeiras afrontas a regiões que há demasiado tempo esperam por oportunidades de desenvolvimento”. O deputado acrescenta que que não está contra Tancos, nem contra o desenvolvimento do distrito de Santarém, está sim “contra o esquecimento sistemático do Baixo Alentejo”.

António Carneiro considera que é importante saber porquê Tancos e não Beja, tendo em conta que Beja já dispõe de um aeroporto operacional, com uma pista de 3.450 metros, preparado para receber operações civis e militares, tem condições meteorológicas favoráveis, extensas áreas disponíveis e condições de espaço aéreo que constituem vantagens importantes para a formação aeronáutica.

O deputado do Chega destacada ainda décadas de experiência na formação e treino de pilotos militares, inclusivamente alemães, na Base Aérea n.º 11 e o facto de estarem estabelecidas várias empresas do setor aeronáutico, como a MESA, ligada ao grupo Hi Fly, com investimentos na manutenção de aeronaves, incluindo um projeto anunciado de 60 milhões de euros.

António Carneiro defende que a região precisa desesperadamente de investimento produtivo, emprego qualificado e oportunidades para fixar os nossos jovens. 

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