Em declarações, o diretor do jornal, Carlos Pinto, destacou o percurso do projeto, sublinhando que estas duas décadas resultam de “muito trabalho” e “muita exigência”, mas também de um caminho que considera motivo de orgulho. “Tínhamos a intenção de criar um jornal com uma nova visão do território, plural e independente, próximo das comunidades, e penso que, com maior ou menor dificuldade, conseguimos alcançar esses objetivos”, afirmou.

O responsável apontou ainda os desafios que se colocam ao futuro do título, num contexto particularmente exigente para a comunicação social no interior. Entre as prioridades está a manutenção de um jornal de qualidade, com conteúdos relevantes para os leitores, mas também a adaptação às novas dinâmicas do setor. “O grande desafio é ir além do papel, reforçar o digital e chegar a mais leitores através de novas plataformas, como vídeo ou podcasts”, referiu.

A presença do Correio Alentejo no certame reforça a ligação ao território e às suas dinâmicas, num momento simbólico para um projeto que procura agora afirmar-se num ecossistema mediático em transformação.

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