Combate ao pacote laboral é para continuar - CGTP/IN
Se o governo não recuar, o combate às propostas para a legislação laboral vai continuar com a força que demonstraram os trabalhadores na greve geral de 11 de dezembro. A ideia foi deixada aos microfones de O ATUAL pelo secretário-geral da CGTP-IN.
Tiago Oliveira está, hoje, em Beja, a participar nas jornadas do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) intituladas “A Reforma do Estado e do Serviço Público de Educação – Ataque aos Direitos Laborais”.
Para a CGTP-IN as propostas apresentadas pelo governo representam “um ataque aos direitos dos trabalhadores e o aprofundamento do modelo assente nos baixos salários e na precariedade laboral” e visam “promover mudanças significativas no Código do Trabalho e atender às exigências das associações patronais”.
Ainda segundo a central sindical, as medidas propostas “configuram num assalto aos direitos dos trabalhadores e visam a perpetuação e agravamento dos baixos salários, promovem a desregulação dos horários, multiplicam os motivos e alargam os prazos para os vínculos precários, facilitam os despedimentos e limitam a defesa e reintegração dos trabalhadores , atacam os direitos de maternidade e paternidade, facilitam a caducidade e promove a destruição da contratação coletiva, atacam a liberdade sindical e o direito à greve, impondo limitações que ferem de forma profunda estes direitos fundamentais”.
No próximo dia 20, está marcada uma reunião entre o Governo e a CGTP-IN, a central sindical espera que possa haver alguns recuos em relação àquilo que está proposto, caso contrário a continuação da luta por parte dos trabalhadores é o caminho a seguir.
Galeria de fotos
Comente esta notícia
Destaques
Militares da GNR de Beja obtêm certificação como Técnicos de Instalações Elétricas
Castelo de Beja recebe gravação do programa "Em Casa d'Amália" da RTP
Câmara de Beja assina protocolo para criação de refúgio climático com o Ministério do Ambiente
