Foto: C.M.Castro Verde

Esta posição surge, “num momento em que todos assistimos com muita preocupação à possibilidade de uma vez mais, decisões do Governo da AD e do Ministério da Saúde prejudicarem a assistência médica no nosso concelho”.

Afirmam os socialistas que, “ao contrário daqueles que se limitam a empurrar responsabilidades para o Governo, ou dos outros que afirmavam, há 2 anos, que quando fossem governo iriam resolver todos os problemas em 60 dias, o executivo PS da Câmara Municipal de Castro Verde tem pautado a sua ação pelo pragmatismo, em várias frentes”

O programa municipal de apoio à fixação de médicos no concelho, em vigor desde março de 2023, que contempla apoios financeiros entre os 400 e os 600 euros mensais, para comparticipar rendas de casa, deslocações ou apoio à aquisição de habitação e o transporte de médicos, em viatura e com motorista da Câmara Municipal, assegurado sempre que necessário, entre Lisboa - Castro Verde ou entre Faro - Castro Verde, de ida e volta, para garantir a presença de profissionais no Serviço de Urgência Básica, incluindo a cedência gratuita de dormida em alojamento são alguns exemplos apontados.

O acordo de colaboração com o Ministério da Saúde para a realização das obras de requalificação e de ampliação do Serviço de Urgência Básica do Centro de Saúde de Castro Verde, num investimento superior a 2,1 milhões de euros e a construção da nova Extensão de Saúde de Casével, num valor global próximos dos 300 mil euros de investimento que praticamente concluído são outros exemplos referenciados.

Para o PS esta ação por parte do município dá toda a legitimada aos socialistas para exigirem ao Governo da AD e ao Ministério da Saúde que, rapidamente, criem um regime de exceção que permita manter os médicos tarefeiros em funções e evite problemas graves nos cuidados de saúde prestados aos utentes do concelho.

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