Bombeiros até aos 50 anos passam a poder integrar Equipas de Intervenção Permanente
O limite máximo de idade dos bombeiros das equipas de intervenção permanente aumentou cinco anos, para 50 anos, segundo um despacho da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, que altera também regras da escolaridade mínima exigida.
O despacho já publicado revoga o atual limite de idade de 45 anos para os elementos das equipas de intervenção permanente (EIP), alterando o critério para os 50 anos, e passa a exigir a conclusão da escolaridade mínima obrigatória.
As EIP são equipas formadas por cinco bombeiros profissionais que garantem em permanência o combate a incêndios, o socorro às populações em caso de acidentes ou catástrofes, o socorro, em segunda intervenção, no âmbito da urgência pré-hospitalar e a minimização de riscos em situações de previsão ou ocorrência de acidente grave.
O conteúdo funcional dos bombeiros que integram as equipas está associado ao desempenho de funções de elevada exigência física e psíquica, atenta a missão atribuída a estas equipas, refere o presidente da ANEPC, José Manuel Moura, no despacho que atualiza a regulamentação dos critérios e do procedimento de seleção dos bombeiros que integram as EIP.
Comente esta notícia
Destaques
PJ investiga incêndio que deixou homem desalojado em Ferreira do Alentejo
PJ detém em Beja suspeito de posse de arma proibida e burla em negócio fictício
CCDRAlentejo: Eleitos da CDU recusam participar na votação perante “negócio” feito entre PS e PSD
