Os trabalhos decorrem em três fases consecutivas, a primeira envolvendo uma intervenção de limpeza e desmatação do sítio arqueológico, a segunda a análise de estabilidade e conservação das estruturas e a última a aplicação de medidas de consolidação das mesmas.

Esta intervenção conta com acompanhamento científico da professora Conceição Lopes, arqueóloga que leciona na Universidade de Coimbra, responsável pelas escavações que permitiram identificar e estudar este importante conjunto arqueológico e a principal referência científica no estudo da cidade romana de Beja.

De acordo com a câmara de Beja, responsável por esta intervenção “os trabalhos agora desenvolvidos constituem a primeira etapa de um processo que visa conservar e valorizar o sítio, criando condições para a continuação dos trabalhos de investigação, para a sua abertura ao público no curto prazo e para a sua integração num museu que irá abordar a cidade e o território de Beja na época romana, a ser instalado no edifício que atualmente se designa Centro de Arqueologia e Artes.”

Os trabalhos, que se prevê estejam concluídos em finais de junho, envolvem um investimento conjunto do município bejense e do Património Cultural, num valor total de 33.200 euros (+IVA.)

Comente esta notícia

Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.