O Alentejo voltou a afirmar-se como a principal região produtora do país, concentrando uma parte significativa deste volume, com especial destaque para o distrito de Beja. Entre os concelhos com maior produção surgem Beja, com 300.623 toneladas, Serpa (156.213 toneladas), Ferreira do Alentejo (148.010 toneladas) e Moura (105.392 toneladas), valores que evidenciam o peso estruturante do olival intensivo e superintensivo no território.

Este desempenho confirma a consolidação do Alentejo como eixo central da fileira do azeite em Portugal, resultado do investimento contínuo na modernização agrícola, na eficiência produtiva e na capacidade instalada de transformação. Ao mesmo tempo, reforça a dependência crescente do setor face a fatores como a gestão da água, os custos de produção e a volatilidade dos mercados, aspetos que continuam a marcar o debate em torno da sustentabilidade económica e ambiental do olival nacional.

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