Foto: Google

De acordo com Gonçalo Valente esta é uma possibilidade em cima da mesa uma vez que “a tutela pretende restabelecer este serviço público o mais breve possível por considerá-lo fundamental para a região.”

O deputado social-democrata considera que “mais importante do que quem dirija o CAES, é, seguramente, que esta resposta exista e seja prestada, com competência, seja eficaz e dê toda a dignidade a quem precisa dela.”

Gonçalo Valente recorda ainda que “desde janeiro deste ano que se encontra a funcionar uma equipa de outreach (um serviço multidisciplinar que vai ativamente ao encontro de pessoas em situação de vulnerabilidade, como sem-abrigo ou em risco psicossocial, para prestar apoio, melhorar as suas condições de vida e encaminhá-las para os serviços sociais adequados) coordenada pela associação ESTAR, que tem trabalho junto da população mais vulnerável e estão a ser realizadas diligências para a concretização de um CAES de nova geração, que irá permitir uma resposta social mais adequada às necessidades do território.”

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