De acordo com a Força Aérea Portuguesa (FAP), a ideia é “criar um ambiente operacional conjunto, onde os participantes possam conduzir um exercício multinacional de elevada intensidade, orientado para maximizar a integração de sistemas aéreos não tripulados, a interoperabilidade multidomínio e a partilha de conhecimento”.

Este exercício pretende preparar e qualificar forças presentes “para o cabal cumprimento da missão e para garantir as responsabilidades nacionais e internacionais que lhe são atribuídas, com elevados padrões de segurança, eficácia e coordenação.”

Ainda segundo a FAP, este exercício multinacional ambiciona potenciar o treino integrado proporcionando aos participantes um conjunto diversificado de missões operacionais, com o objetivo de “sincronizar efeitos entre diferentes domínios, reforçar a cooperação entre nações, promover o desenvolvimento de capacidades e consolidar o papel de Portugal enquanto plataforma estratégica de treino avançado e inovação no contexto europeu.”

 

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