Foto: C.M.Castro Verde

Em nota de imprensa sublinham que a obrigação de requalificar os Centros de Saúde é exclusivamente do Ministério da Saúde e a acrescentam que “se as Câmaras Municipais assumiram o compromisso de colaborarem ativamente numa solução, apenas se deve à urgência de acelerarem a resolução de problemas públicos que persistem há muitos anos.”

Os municípios afirmam que compreendem que a execução do PRR tem datas a cumprir, mas, consideram “incompreensível que o Ministério da Saúde não tenha, a tempo e horas, definido fontes de financiamento alternativas para evitar graves percalços nas empreitadas em curso” ainda mais quando, no início de fevereiro de 2026, estes quatro municípios “alertaram pessoalmente a Senhora Ministra da Saúde para o cenário previsível que já estava no horizonte.”

Para os municípios é “inaceitável” que se tenham substituído ao Ministério da Saúde nas suas responsabilidades e, agora, o próprio Ministério da Saúde (através da ACSS) rescinda contratos e esteja a "puxar o tapete" às Câmaras Municipais.

Tendo em conta esta situação, os municípios de Castro Verde, Moura, Ourique e Serpa “exigem uma resposta concreta e muito rápida da Senhora Ministra da Saúde, para evitar impasses graves e o risco de as obras em curso pararem de imediato.”

Neste momento estão em curso investimentos de requalificação do Centro de Saúde e ampliação do Serviço de Urgência de Castro Verde, cerca de 2.140.625 euros, a requalificação do Centro de Saúde de Moura, cerca de 1.976.530 euros, a requalificação da Extensão de Saúde de Garvão, no concelho de Ourique, cerca de 565 mil euros e a renovação e ampliação da Extensão de Saúde de Vila Nova de S. Bento, no concelho de Serpa, cerca de 698.797 euros

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