A reunião, agendada para as 12.00 horas, surge com carácter de “extrema urgência face ao estado de rutura do setor agropecuário extensivo” e para “exigir respostas concretas e imediatas para a "tempestade perfeita" que asfixia os agricultores da região.”

De acordo com a APROSERPA, a CCDR Alentejo chamou a Associação para uma reunião de urgência, “após a denúncia pública da inação governamental face à escalada dos custos de produção e à ameaça da concorrência desleal externa.”
 A APROSERPA revela que leva “na bagagem um dossiê robusto e exigirá um posicionamento claro dos responsáveis políticos face aos problemas críticos que ameaçam a sobrevivência do mundo rural.”

"O tempo das reuniões simpáticas de gabinete acabou. Nós vamos a Évora mostrar à CCDR a realidade nua e crua de quem trabalha a terra e sustenta o interior. Levamos os trabalhos de casa bem feitos e exigimos um compromisso real de que a CCDR Alentejo vai ser a nossa voz de defesa em Lisboa. Se continuarmos a ser ignorados, a nossa próxima ação não será numa sala de reuniões, mas sim nas ruas", avisa João Revez, Presidente da Direção da APROSERPA. 

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