Em resposta à Lusa, fonte oficial afirmou que a ANMP “está a acompanhar a situação e sabe que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil está a fazer uma análise de risco nos municípios atingidos pela passagem da depressão Kristin e tempestades que continuam a assolar” o país.

Perante este cenário, a organização representativa do poder local, acrescentou, aguarda pela “evolução da situação”.

“Sendo certo que é a cada presidente de Câmara Municipal que cabe a decisão de realizar ou adiar as eleições presidenciais”, concluiu a mesma fonte oficial da associação presidida por Pedro Pimpão (PSD), também presidente do município de Pombal.

Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

Às eleições de 18 de janeiro apresentaram-se 11 candidatos, mas nenhum deles conseguiu mais do que metade dos votos, pelo que foi preciso repetir a votação com os dois mais votados.

António José Seguro e André Ventura são os dois candidatos que se apresentam às eleições do próximo domingo.


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