Neste encontro os representantes do Movimento alertaram o autarca para o “problema que se arrasta há um ano a esta parte e que continua a gerar insegurança na população.”

Foi ainda “denunciado o incumprimento da legislação, nomeadamente a inexistência de uma cortina arbórea obrigatória com 10 metros de largura junto ao perímetro urbano, conforme obriga o PDM.”

Outra preocupação prende-se com as águas pluviais, segundo o Movimento, “continua a verificar-se o encaminhamento da água da chuva para o coletor urbano, sobrecarregando-o e colocando em risco o seu funcionamento” e “o corte unilateral por parte do proprietário do Olival em novembro passado, do caminho público que ligava a Travessa de Ferreira à Quinta Nova, usado há várias décadas” Uma decisão que de acordo com o Movimento “tem causado sérios transtornos à população e a agricultores, que agora se vêm obrigados a dar a volta à aldeia para aceder à Quinta Nova.”

Por parte do presidente da câmara de Aljustrel, de acordo com o Movimento, “assumiu o compromisso de intervir, reconhecendo que estas situações já deveriam estar resolvidas se tivesse existido uma atuação atempada das entidades competentes.”

Comente esta notícia

Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.