🌞 Bom dia, Vale de Açor de Cima
À beira da estrada que nos leva até Mértola, há pequenas povoações que guardam uma identidade própria. Vale de Açor de Cima é uma delas, marcada pelo casario rural e por uma igreja de traça muito característica, que não deixa enganar os povos que por cá passaram e que se destaca na paisagem, dando à localidade um dos seus elementos mais reconhecíveis.
E o nome «Açor»? É o nome de uma ave de rapina, mas não conseguimos encontrar nada que confirme que a terra foi beber o nome por causa dessa espécie.
Quem conhece Vale de Açor de Cima? Alguém sabe de onde vem o nome desta terra?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
À beira da estrada que nos leva até Mértola, há pequenas povoações que guardam uma identidade própria. Vale de Açor de Cima é uma delas, marcada pelo casario rural e por uma igreja de traça muito característica, que não deixa enganar os povos que por cá passaram e que se destaca na paisagem, dando à localidade um dos seus elementos mais reconhecíveis.
E o nome «Açor»? É o nome de uma ave de rapina, mas não conseguimos encontrar nada que confirme que a terra foi beber o nome por causa dessa espécie.
Quem conhece Vale de Açor de Cima? Alguém sabe de onde vem o nome desta terra?
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🌞 Bom dia, Corvos
Há terras pequenas que se tornam conhecidas muito para além dos seus limites. Corvos é uma delas, graças à gastronomia. Um restaurante deste é uma referência local para quem procura cozinha regional alentejana, servida num ambiente tradicional, com sabores que fazem parte da identidade deste território. É um lugar que dá nome à terra por todo o lado.
Num concelho onde a paisagem rural e a distância entre povoações fazem parte do quotidiano, estes espaços também têm um papel importante como lugares de encontro.
Corvos pode ser uma pequena localidade no mapa, mas há quem saiba bem que vale a pena fazer uma paragem.
Quem já passou por Corvos para provar a cozinha alentejana? Que outras histórias ou vivências tem deste lugar?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Há terras pequenas que se tornam conhecidas muito para além dos seus limites. Corvos é uma delas, graças à gastronomia. Um restaurante deste é uma referência local para quem procura cozinha regional alentejana, servida num ambiente tradicional, com sabores que fazem parte da identidade deste território. É um lugar que dá nome à terra por todo o lado.
Num concelho onde a paisagem rural e a distância entre povoações fazem parte do quotidiano, estes espaços também têm um papel importante como lugares de encontro.
Corvos pode ser uma pequena localidade no mapa, mas há quem saiba bem que vale a pena fazer uma paragem.
Quem já passou por Corvos para provar a cozinha alentejana? Que outras histórias ou vivências tem deste lugar?
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🌞 Bom dia, Vila Alva
Em Vila Alva, o vinho não é apenas um produto: é uma tradição que atravessou gerações. A produção de vinho de talha, feita em grandes recipientes de barro e com raízes que remontam à época romana, continua viva nas adegas da aldeia. O evento Provando o Tareco celebra precisamente esse saber-fazer, juntando vinho, petiscos, cante alentejano e convívio.
Mas Vila Alva também guarda património religioso de grande valor. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Visitação é um imóvel de interesse público, com um retábulo de talha dourada e policromada e azulejos decorativos que revestem o interior. Já a Igreja da Misericórdia conserva altares de talha e um importante conjunto de arte sacra.
Entre as talhas de barro, o cante e o património das suas igrejas, Vila Alva mantém uma identidade forte, ligada à cultura alentejana.
Quem conhece Vila Alva? Já participou na abertura das talhas ou visitou as suas igrejas?
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Em Vila Alva, o vinho não é apenas um produto: é uma tradição que atravessou gerações. A produção de vinho de talha, feita em grandes recipientes de barro e com raízes que remontam à época romana, continua viva nas adegas da aldeia. O evento Provando o Tareco celebra precisamente esse saber-fazer, juntando vinho, petiscos, cante alentejano e convívio.
Mas Vila Alva também guarda património religioso de grande valor. A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Visitação é um imóvel de interesse público, com um retábulo de talha dourada e policromada e azulejos decorativos que revestem o interior. Já a Igreja da Misericórdia conserva altares de talha e um importante conjunto de arte sacra.
Entre as talhas de barro, o cante e o património das suas igrejas, Vila Alva mantém uma identidade forte, ligada à cultura alentejana.
Quem conhece Vila Alva? Já participou na abertura das talhas ou visitou as suas igrejas?
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🌞 Bom dia, Rolão
Pequeno, caiado e profundamente alentejano, o Rolão é um lugar do concelho de Castro onde a paisagem ainda preserva uma forma próxima de viver. As casas e as ruas mantêm a traça dos pequenos montes do Campo Branco, num território onde a agricultura extensiva e a criação de gado vivem lado a dalo da relação entre as pessoas e a terra.
Esta pequena povoação está integrada numa paisagem reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera, onde as práticas agrícolas tradicionais ajudam também a preservar algumas das espécies de aves estepárias mais importantes do Alentejo..
Quem é do Rolão? Que histórias desta terra nos podem contar?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Pequeno, caiado e profundamente alentejano, o Rolão é um lugar do concelho de Castro onde a paisagem ainda preserva uma forma próxima de viver. As casas e as ruas mantêm a traça dos pequenos montes do Campo Branco, num território onde a agricultura extensiva e a criação de gado vivem lado a dalo da relação entre as pessoas e a terra.
Esta pequena povoação está integrada numa paisagem reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera, onde as práticas agrícolas tradicionais ajudam também a preservar algumas das espécies de aves estepárias mais importantes do Alentejo..
Quem é do Rolão? Que histórias desta terra nos podem contar?
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🌞 Bom dia, Corte Pequena
Há terras que parecem estar longe de tudo, mas que estão muito mais ligadas ao território do que à primeira vista parece. Corte Pequena é um pequeno povoado de origens medievais, escondido na margem esquerda do Guadiana e já dentro da paisagem do Parque Natural do Vale do Guadiana.
Da povoação parte um pequeno percurso que desce até ao rio e aos Canais do Guadiana. Junto ao antigo Moinho dos Canais praticava-se o caniço, uma arte de pesca artesanal usada para capturar lampreias, através de armadilhas feitas com canas e loendros. O moinho foi desmantelado nos anos 90, mas as suas ruínas e a memória dos pescadores continuam na paisagem.
Corte Pequena é um lugar pequeno com o Guadiana à porta e uma história feita de caminhos, agricultura, moinhos e gente que aprendeu a tirar do rio parte do seu sustento.
Quem conhece Corte Pequena? E quem ainda ouviu contar histórias dos Canais e dos antigos pescadores do Guadiana?
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Há terras que parecem estar longe de tudo, mas que estão muito mais ligadas ao território do que à primeira vista parece. Corte Pequena é um pequeno povoado de origens medievais, escondido na margem esquerda do Guadiana e já dentro da paisagem do Parque Natural do Vale do Guadiana.
Da povoação parte um pequeno percurso que desce até ao rio e aos Canais do Guadiana. Junto ao antigo Moinho dos Canais praticava-se o caniço, uma arte de pesca artesanal usada para capturar lampreias, através de armadilhas feitas com canas e loendros. O moinho foi desmantelado nos anos 90, mas as suas ruínas e a memória dos pescadores continuam na paisagem.
Corte Pequena é um lugar pequeno com o Guadiana à porta e uma história feita de caminhos, agricultura, moinhos e gente que aprendeu a tirar do rio parte do seu sustento.
Quem conhece Corte Pequena? E quem ainda ouviu contar histórias dos Canais e dos antigos pescadores do Guadiana?
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🌞 Bom dia, Tamejoso
Um lugar bonito e pequeno, mas que pode estar prestes a ganhar uma nova importância no mapa. Tamejoso é uma dessas terras: tranquila, acolhedora e de horizontes largos, numa das zonas mais interiores da margem esquerda do Guadiana.
A estrada que atravessa este território está hoje a ser transformada na Ligação Transfronteiriça Mértola–Pomarão, uma obra que passa por Tamejoso e que pretende aproximar Mértola, o Pomarão e a Andaluzia. O que durante anos pareceu uma terra distante poderá tornar-se uma das portas de uma nova relação com Espanha.
Mas há coisas que a estrada não mudam: as vistas, o silêncio e a dimensão humana de uma pequena terra alentejana.
Quem conhece Tamejoso? O que não podemos deixar perder desta terra?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Um lugar bonito e pequeno, mas que pode estar prestes a ganhar uma nova importância no mapa. Tamejoso é uma dessas terras: tranquila, acolhedora e de horizontes largos, numa das zonas mais interiores da margem esquerda do Guadiana.
A estrada que atravessa este território está hoje a ser transformada na Ligação Transfronteiriça Mértola–Pomarão, uma obra que passa por Tamejoso e que pretende aproximar Mértola, o Pomarão e a Andaluzia. O que durante anos pareceu uma terra distante poderá tornar-se uma das portas de uma nova relação com Espanha.
Mas há coisas que a estrada não mudam: as vistas, o silêncio e a dimensão humana de uma pequena terra alentejana.
Quem conhece Tamejoso? O que não podemos deixar perder desta terra?
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🌞 Bom dia, Brunheiras
Há lugares que se tornam conhecidos não por um grande monumento, mas pela vida que acontece à sua volta. Nas Brunheiras, essa vida tem uma expressão muito própria: o mercado, realizado duas vezes por mês, continua a juntar produtos agrícolas, queijos, enchidos, artesanato e gente de diferentes lugares. É a conhecida Feira Internacional das Brunheiras
A terra tem uma história associativa com décadas. Em 1986 nasceu a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa das Brunheiras, criada pelos próprios moradores e ligada ao teatro, ao desporto, à cultura e à animação comunitária.
Quem costuma passar pela Feira das Brunheiras? Que memórias tem desta terra?
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Há lugares que se tornam conhecidos não por um grande monumento, mas pela vida que acontece à sua volta. Nas Brunheiras, essa vida tem uma expressão muito própria: o mercado, realizado duas vezes por mês, continua a juntar produtos agrícolas, queijos, enchidos, artesanato e gente de diferentes lugares. É a conhecida Feira Internacional das Brunheiras
A terra tem uma história associativa com décadas. Em 1986 nasceu a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa das Brunheiras, criada pelos próprios moradores e ligada ao teatro, ao desporto, à cultura e à animação comunitária.
Quem costuma passar pela Feira das Brunheiras? Que memórias tem desta terra?
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🌞 Bom dia, Aldeia de Palheiros
À beira da estrada, muito perto de Ourique, há uma terra que pode parecer apenas um ponto de passagem. Mas o território em redor guarda uma história muito mais antiga: nas proximidades foram identificados vestígios arqueológicos que ajudam a contar a ocupação humana desta região desde a Pré-História e a Idade do Ferro. Os tempos evoluíram, as pessoas foram chegando e a zona antiga é um pequeno labirinto de casas que se espalham em ruas estreias
A aldeia é também terra de uma pessoa que sente e escreve o Alentejo como mais ninguém, nos dias de hoje. Vítor Encarnação, professor, escritor, cronista e poeta, nasceu em Aldeia de Palheiros e é uma das vozes que melhor tem sabido transformar o quotidiano, as pessoas, as pequenas histórias e os lugares do Alentejo em literatura. Escreve aquilo que muitas vezes só se sente.
Quem é de Aldeia dos Palheiros e que histórias desta terra gostaria de ver escritas?
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À beira da estrada, muito perto de Ourique, há uma terra que pode parecer apenas um ponto de passagem. Mas o território em redor guarda uma história muito mais antiga: nas proximidades foram identificados vestígios arqueológicos que ajudam a contar a ocupação humana desta região desde a Pré-História e a Idade do Ferro. Os tempos evoluíram, as pessoas foram chegando e a zona antiga é um pequeno labirinto de casas que se espalham em ruas estreias
A aldeia é também terra de uma pessoa que sente e escreve o Alentejo como mais ninguém, nos dias de hoje. Vítor Encarnação, professor, escritor, cronista e poeta, nasceu em Aldeia de Palheiros e é uma das vozes que melhor tem sabido transformar o quotidiano, as pessoas, as pequenas histórias e os lugares do Alentejo em literatura. Escreve aquilo que muitas vezes só se sente.
Quem é de Aldeia dos Palheiros e que histórias desta terra gostaria de ver escritas?
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🌞 Bom dia, Fernandes
Há terras onde a estrada parece acabar. Fernandes é uma delas. Mas estar quase no fim do caminho não significa estar longe: significa, muitas vezes, estar mais perto do silêncio, da paisagem e de uma forma de vida que ainda conserva os seus ritmos.
A aldeia integra o eixo de ligação entre Mértola e o Pomarão e, durante gerações, viveu da relação próxima entre as comunidades rurais, o trabalho e os caminhos da margem esquerda do Guadiana.
Hoje, Fernandes continua também a guardar saberes feitos à mão. Entre eles, a arte do cadeireiro, uma atividade que ainda se mantém ativa e ligada à terra, recordando um tempo em que muitos dos objetos do quotidiano eram feitos, reparados e transmitidos pelas mãos de quem os sabia fazer.
Quem conhece Fernandes? Quem tem cadeiras feitas aqui?
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Há terras onde a estrada parece acabar. Fernandes é uma delas. Mas estar quase no fim do caminho não significa estar longe: significa, muitas vezes, estar mais perto do silêncio, da paisagem e de uma forma de vida que ainda conserva os seus ritmos.
A aldeia integra o eixo de ligação entre Mértola e o Pomarão e, durante gerações, viveu da relação próxima entre as comunidades rurais, o trabalho e os caminhos da margem esquerda do Guadiana.
Hoje, Fernandes continua também a guardar saberes feitos à mão. Entre eles, a arte do cadeireiro, uma atividade que ainda se mantém ativa e ligada à terra, recordando um tempo em que muitos dos objetos do quotidiano eram feitos, reparados e transmitidos pelas mãos de quem os sabia fazer.
Quem conhece Fernandes? Quem tem cadeiras feitas aqui?
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🌞 Bom dia, Moreanes
No coração da margem esquerda do Guadiana, Moreanes é uma terra de caminhos. Dali parte-se para a Mina de São Domingos, para Mértola, para o Pomarão ou para outras pequenas povoações que dão forma a este território. É um ponto central
A sua história está também ligada à força das pessoas, em 1928 já existia em Moreanes uma sociedade recreativa, sinal de uma tradição associativa com quase um século, hoje continuada pela Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Moreanes. E todos os anos a terra mantém a sua festa tradicional, num encontro que junta residentes, naturais e quem regressa.
Moreanes é uma terra de passagem para muitos caminhos, mas também uma terra onde muita gente sabe que vale a pena ficar.
Quem é de Moreanes? Que caminho ou memória tem desta terra?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
No coração da margem esquerda do Guadiana, Moreanes é uma terra de caminhos. Dali parte-se para a Mina de São Domingos, para Mértola, para o Pomarão ou para outras pequenas povoações que dão forma a este território. É um ponto central
A sua história está também ligada à força das pessoas, em 1928 já existia em Moreanes uma sociedade recreativa, sinal de uma tradição associativa com quase um século, hoje continuada pela Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Moreanes. E todos os anos a terra mantém a sua festa tradicional, num encontro que junta residentes, naturais e quem regressa.
Moreanes é uma terra de passagem para muitos caminhos, mas também uma terra onde muita gente sabe que vale a pena ficar.
Quem é de Moreanes? Que caminho ou memória tem desta terra?
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🌞 Bom dia, Alcaria da Serra
À beira da Serra do Mendro e a poucos quilómetros de Vidigueira, Alcaria da Serra tem aquela dimensão rara do rural que está perto de tudo, mas continua a guardar o seu próprio ritmo. No centro da aldeia, a Igreja de Nossa Senhora das Relíquias, construída no século XVIII, é uma das suas marcas mais antigas.
Mas há uma tradição que, nos últimos anos, ganhou nova vida. Foi em Alcaria da Serra, na antiga casa dos avós, que Ana Faísco recuperou o trabalho artesanal do mosaico hidráulico, recriando padrões, fazendo moldes e dando novas utilizações a uma técnica que durante décadas fez parte das casas alentejanas.
De uma pequena aldeia à beira da serra, um dos mais genuínos elementos do território ganhou nova vida e leva esta memória do chão alentejano muito para além de Alcaria.
Quem ainda tem mosaicos hidráulicos antigos em casa ou quem conhece Alcaria?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
À beira da Serra do Mendro e a poucos quilómetros de Vidigueira, Alcaria da Serra tem aquela dimensão rara do rural que está perto de tudo, mas continua a guardar o seu próprio ritmo. No centro da aldeia, a Igreja de Nossa Senhora das Relíquias, construída no século XVIII, é uma das suas marcas mais antigas.
Mas há uma tradição que, nos últimos anos, ganhou nova vida. Foi em Alcaria da Serra, na antiga casa dos avós, que Ana Faísco recuperou o trabalho artesanal do mosaico hidráulico, recriando padrões, fazendo moldes e dando novas utilizações a uma técnica que durante décadas fez parte das casas alentejanas.
De uma pequena aldeia à beira da serra, um dos mais genuínos elementos do território ganhou nova vida e leva esta memória do chão alentejano muito para além de Alcaria.
Quem ainda tem mosaicos hidráulicos antigos em casa ou quem conhece Alcaria?
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🌞 Bom dia, Corte Sines
Há terras onde a estrada parece acabar e começa o silêncio. Corte Sines é assim: no extremo da margem esquerda do Guadiana, é uma das pequenas povoações mais recônditas de Mértola, num território de montes, caminhos e horizontes de beleza.
Mas chegar ao “fim da estrada” é encontrar também uma igreja que surpreende. A Igreja de São Salvador, de traça muito característica, distingue-se das igrejas rurais que encontramos noutras terras da região e é uma das marcas mais fortes da povoação. À volta, o território guarda ainda outras memórias, como os moinhos da Brava e dos Canais.
Corte Sines é, por isso, uma terra de chegada. Um lugar onde a estrada termina, mas onde a paisagem, a arquitetura e a memória continuam.
Quem conhece Corte Sines e já sentiu que aqui começa outro Alentejo?
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Há terras onde a estrada parece acabar e começa o silêncio. Corte Sines é assim: no extremo da margem esquerda do Guadiana, é uma das pequenas povoações mais recônditas de Mértola, num território de montes, caminhos e horizontes de beleza.
Mas chegar ao “fim da estrada” é encontrar também uma igreja que surpreende. A Igreja de São Salvador, de traça muito característica, distingue-se das igrejas rurais que encontramos noutras terras da região e é uma das marcas mais fortes da povoação. À volta, o território guarda ainda outras memórias, como os moinhos da Brava e dos Canais.
Corte Sines é, por isso, uma terra de chegada. Um lugar onde a estrada termina, mas onde a paisagem, a arquitetura e a memória continuam.
Quem conhece Corte Sines e já sentiu que aqui começa outro Alentejo?
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🌞 Bom dia, Fataca
No interior da freguesia de São Teotónio, Fataca é uma pequena aldeia rodeada pelo território rural que caracteriza esta parte do concelho de Odemira. Com cerca de uma centena de habitantes, fica entre pequenos lugares e tem como paisagem terras agrícolas e florestais
E até o próprio nome desperta curiosidade. “Fataca” é uma palavra usada regionalmente para designar o instrumento utilizado para mexer a coalhada no fabrico artesanal de queijo. Não encontrámos, contudo, documentação que permita afirmar que é daí que vem o nome desta terra.
Quem conhece Fataca sabe de onde vem o nome desta terra?
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No interior da freguesia de São Teotónio, Fataca é uma pequena aldeia rodeada pelo território rural que caracteriza esta parte do concelho de Odemira. Com cerca de uma centena de habitantes, fica entre pequenos lugares e tem como paisagem terras agrícolas e florestais
E até o próprio nome desperta curiosidade. “Fataca” é uma palavra usada regionalmente para designar o instrumento utilizado para mexer a coalhada no fabrico artesanal de queijo. Não encontrámos, contudo, documentação que permita afirmar que é daí que vem o nome desta terra.
Quem conhece Fataca sabe de onde vem o nome desta terra?
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🌞 Bom dia, Alves
Na freguesia de Santana de Cambas, Alves é uma pequena aldeia com pouco mais de meia centena de habitantes, entre Picoitos, Tapada dos Salgueiros e o caminho para o Pomarão. É uma paisagem de montes, campos e horizontes largos, muito próxima do território que durante gerações viveu da relação com o Guadiana e com as minas.
A história desta zona cruza-se também com a agricultura, a pastorícia e, anteriormente, com o contrabando de fronteira e a exploração mineira, que transformou profundamente Alves e as terras vizinhas.
Quem conhece Alves e tem uma história desta terra para nos contar?
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Na freguesia de Santana de Cambas, Alves é uma pequena aldeia com pouco mais de meia centena de habitantes, entre Picoitos, Tapada dos Salgueiros e o caminho para o Pomarão. É uma paisagem de montes, campos e horizontes largos, muito próxima do território que durante gerações viveu da relação com o Guadiana e com as minas.
A história desta zona cruza-se também com a agricultura, a pastorícia e, anteriormente, com o contrabando de fronteira e a exploração mineira, que transformou profundamente Alves e as terras vizinhas.
Quem conhece Alves e tem uma história desta terra para nos contar?
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