🌞 Bom dia, Corte Sines
Há terras onde a estrada parece acabar e começa o silêncio. Corte Sines é assim: no extremo da margem esquerda do Guadiana, é uma das pequenas povoações mais recônditas de Mértola, num território de montes, caminhos e horizontes de beleza.
Mas chegar ao “fim da estrada” é encontrar também uma igreja que surpreende. A Igreja de São Salvador, de traça muito característica, distingue-se das igrejas rurais que encontramos noutras terras da região e é uma das marcas mais fortes da povoação. À volta, o território guarda ainda outras memórias, como os moinhos da Brava e dos Canais.
Corte Sines é, por isso, uma terra de chegada. Um lugar onde a estrada termina, mas onde a paisagem, a arquitetura e a memória continuam.
Quem conhece Corte Sines e já sentiu que aqui começa outro Alentejo?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Há terras onde a estrada parece acabar e começa o silêncio. Corte Sines é assim: no extremo da margem esquerda do Guadiana, é uma das pequenas povoações mais recônditas de Mértola, num território de montes, caminhos e horizontes de beleza.
Mas chegar ao “fim da estrada” é encontrar também uma igreja que surpreende. A Igreja de São Salvador, de traça muito característica, distingue-se das igrejas rurais que encontramos noutras terras da região e é uma das marcas mais fortes da povoação. À volta, o território guarda ainda outras memórias, como os moinhos da Brava e dos Canais.
Corte Sines é, por isso, uma terra de chegada. Um lugar onde a estrada termina, mas onde a paisagem, a arquitetura e a memória continuam.
Quem conhece Corte Sines e já sentiu que aqui começa outro Alentejo?
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🌞 Bom dia, Fataca
No interior da freguesia de São Teotónio, Fataca é uma pequena aldeia rodeada pelo território rural que caracteriza esta parte do concelho de Odemira. Com cerca de uma centena de habitantes, fica entre pequenos lugares e tem como paisagem terras agrícolas e florestais
E até o próprio nome desperta curiosidade. “Fataca” é uma palavra usada regionalmente para designar o instrumento utilizado para mexer a coalhada no fabrico artesanal de queijo. Não encontrámos, contudo, documentação que permita afirmar que é daí que vem o nome desta terra.
Quem conhece Fataca sabe de onde vem o nome desta terra?
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No interior da freguesia de São Teotónio, Fataca é uma pequena aldeia rodeada pelo território rural que caracteriza esta parte do concelho de Odemira. Com cerca de uma centena de habitantes, fica entre pequenos lugares e tem como paisagem terras agrícolas e florestais
E até o próprio nome desperta curiosidade. “Fataca” é uma palavra usada regionalmente para designar o instrumento utilizado para mexer a coalhada no fabrico artesanal de queijo. Não encontrámos, contudo, documentação que permita afirmar que é daí que vem o nome desta terra.
Quem conhece Fataca sabe de onde vem o nome desta terra?
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🌞 Bom dia, Alves
Na freguesia de Santana de Cambas, Alves é uma pequena aldeia com pouco mais de meia centena de habitantes, entre Picoitos, Tapada dos Salgueiros e o caminho para o Pomarão. É uma paisagem de montes, campos e horizontes largos, muito próxima do território que durante gerações viveu da relação com o Guadiana e com as minas.
A história desta zona cruza-se também com a agricultura, a pastorícia e, anteriormente, com o contrabando de fronteira e a exploração mineira, que transformou profundamente Alves e as terras vizinhas.
Quem conhece Alves e tem uma história desta terra para nos contar?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Na freguesia de Santana de Cambas, Alves é uma pequena aldeia com pouco mais de meia centena de habitantes, entre Picoitos, Tapada dos Salgueiros e o caminho para o Pomarão. É uma paisagem de montes, campos e horizontes largos, muito próxima do território que durante gerações viveu da relação com o Guadiana e com as minas.
A história desta zona cruza-se também com a agricultura, a pastorícia e, anteriormente, com o contrabando de fronteira e a exploração mineira, que transformou profundamente Alves e as terras vizinhas.
Quem conhece Alves e tem uma história desta terra para nos contar?
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🌞 Bom dia, A-do-Corvo
Há poucas terras que possam dizer que uma das maiores minas do país tem o seu nome. A-do-Corvo está paredes meias com a Mina de Neves-Corvo e, juntamente com Neves da Graça, deu nome à exploração mineira que há mais de quatro décadas transformou totalmente este território.
A relação com a mina não é uma coisa distante. Está na paisagem, nas famílias, no trabalho e na própria vida da aldeia. Mas A-do-Corvo também guarda uma história muito mais antiga: nas suas proximidades, na Herdade da Espanca, foi encontrado o Silabário de Espança, um dos mais importantes testemunhos da antiga escrita do Sudoeste, associado às comunidades que habitaram este território há mais de dois mil anos.
Uma pequena aldeia entre a memória de um passado muito antigo e uma das maiores explorações mineiras do país.
Quem é de A-do-Corvo e vive esta relação tão próxima com a mina?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Há poucas terras que possam dizer que uma das maiores minas do país tem o seu nome. A-do-Corvo está paredes meias com a Mina de Neves-Corvo e, juntamente com Neves da Graça, deu nome à exploração mineira que há mais de quatro décadas transformou totalmente este território.
A relação com a mina não é uma coisa distante. Está na paisagem, nas famílias, no trabalho e na própria vida da aldeia. Mas A-do-Corvo também guarda uma história muito mais antiga: nas suas proximidades, na Herdade da Espanca, foi encontrado o Silabário de Espança, um dos mais importantes testemunhos da antiga escrita do Sudoeste, associado às comunidades que habitaram este território há mais de dois mil anos.
Uma pequena aldeia entre a memória de um passado muito antigo e uma das maiores explorações mineiras do país.
Quem é de A-do-Corvo e vive esta relação tão próxima com a mina?
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🌞 Bom dia, Jungeiros
Na freguesia de São João de Negrilhos, Jungeiros é hoje uma aldeia com uma forte ligação à agricultura e ao regadio do Roxo. Mas o território guarda marcas de ocupações humanas muito anteriores à aldeia atual, com vestígios arqueológicos pré-históricos e romanos identificados em vários pontos da freguesia.
Por aqui encontramos também um marco ligado à Ordem dos Cavaleiros de Santiago de Espada, além de uma antiga escola, igreja, sociedade recreativa e o Rancho Folclórico Verdes Campos, que mantém vivas tradições e memórias da comunidade.
Uma terra agrícola onde a vida comunitária continua a ser uma parte importante da sua identidade.
Quem é de Jungeiros e que memória desta aldeia gostava de partilhar connosco?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Na freguesia de São João de Negrilhos, Jungeiros é hoje uma aldeia com uma forte ligação à agricultura e ao regadio do Roxo. Mas o território guarda marcas de ocupações humanas muito anteriores à aldeia atual, com vestígios arqueológicos pré-históricos e romanos identificados em vários pontos da freguesia.
Por aqui encontramos também um marco ligado à Ordem dos Cavaleiros de Santiago de Espada, além de uma antiga escola, igreja, sociedade recreativa e o Rancho Folclórico Verdes Campos, que mantém vivas tradições e memórias da comunidade.
Uma terra agrícola onde a vida comunitária continua a ser uma parte importante da sua identidade.
Quem é de Jungeiros e que memória desta aldeia gostava de partilhar connosco?
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🌞 Bom dia, Montes Altos
Há poucas terras no Baixo Alentejo com uma história recente tão rica. No início dos anos 90, Montes Altos tinha apenas 11 habitantes permanentes e parecia condenada ao desaparecimento. Em 1993 nasceu o Centro Social de Montes Altos e começou uma experiência de organização comunitária que mudou o destino da povoação.
Chegaram alguns novos moradores, foram criadas respostas sociais e empresas de inserção e a população cresceu. O projeto tornou-se um exemplo estudado de como uma pequena comunidade pode contrariar o despovoamento através da iniciativa local e da capacidade de se organizar.
Montes Altos é, por isso, mais do que uma pequena terra de Mértola. É também uma história de comunidade que decidiu não desaparecer.
Quem conhece Montes Altos e que histórias os nossos leitores guardam deste lugar?
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Há poucas terras no Baixo Alentejo com uma história recente tão rica. No início dos anos 90, Montes Altos tinha apenas 11 habitantes permanentes e parecia condenada ao desaparecimento. Em 1993 nasceu o Centro Social de Montes Altos e começou uma experiência de organização comunitária que mudou o destino da povoação.
Chegaram alguns novos moradores, foram criadas respostas sociais e empresas de inserção e a população cresceu. O projeto tornou-se um exemplo estudado de como uma pequena comunidade pode contrariar o despovoamento através da iniciativa local e da capacidade de se organizar.
Montes Altos é, por isso, mais do que uma pequena terra de Mértola. É também uma história de comunidade que decidiu não desaparecer.
Quem conhece Montes Altos e que histórias os nossos leitores guardam deste lugar?
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🌞 Bom dia, Santa Clara-a-Nova
À porta da aldeia está uma história com cerca de 2500 anos. As Mesas do Castelinho foram fundadas no final do século V a.C., tiveram ocupação romana e, séculos depois, voltaram a ser habitadas durante o período islâmico, quando ali existiu uma fortificação omíada.
Mas Santa Clara-a-Nova também tem histórias mais recentes. Durante séculos, a vida fez-se da agricultura, pecuária e cortiça e, no século XX, muitos partiram em busca de melhores condições. Em 2025, depois de doze anos integrada numa união de freguesias, Santa Clara-a-Nova recuperou novamente a sua autonomia administrativa.
Uma terra entre a planície e a serra, onde milhares de anos de história continuam à vista de quem quiser procurar.
Quem é de Santa Clara-a-Nova e que história desta terra tem, que nos possa contar?
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À porta da aldeia está uma história com cerca de 2500 anos. As Mesas do Castelinho foram fundadas no final do século V a.C., tiveram ocupação romana e, séculos depois, voltaram a ser habitadas durante o período islâmico, quando ali existiu uma fortificação omíada.
Mas Santa Clara-a-Nova também tem histórias mais recentes. Durante séculos, a vida fez-se da agricultura, pecuária e cortiça e, no século XX, muitos partiram em busca de melhores condições. Em 2025, depois de doze anos integrada numa união de freguesias, Santa Clara-a-Nova recuperou novamente a sua autonomia administrativa.
Uma terra entre a planície e a serra, onde milhares de anos de história continuam à vista de quem quiser procurar.
Quem é de Santa Clara-a-Nova e que história desta terra tem, que nos possa contar?
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🌞 Bom dia, São Sebastião dos Carros
Antes da pequena povoação que hoje conhecemos, já aqui existiam comunidades, pois nas proximidades foram encontrados vestígios de uma grande povoação com ocupação romana, paleocristã e islâmica, além da fortificação romana de Papa Leite, construída provavelmente no século I a.C. e mais tarde utilizada como villa rural.
A própria terra teve uma história administrativa autónoma até à reorganização de 2013, quando passou a integrar a União de Freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros. No século XX, viu chegar a eletricidade e enfrentou o despovoamento que marcou grande parte do interior.
Quem conhece São Sebastião dos Carros ou já ouviu falar do antigo povoado de Papa Leite?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
Antes da pequena povoação que hoje conhecemos, já aqui existiam comunidades, pois nas proximidades foram encontrados vestígios de uma grande povoação com ocupação romana, paleocristã e islâmica, além da fortificação romana de Papa Leite, construída provavelmente no século I a.C. e mais tarde utilizada como villa rural.
A própria terra teve uma história administrativa autónoma até à reorganização de 2013, quando passou a integrar a União de Freguesias de São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis e São Sebastião dos Carros. No século XX, viu chegar a eletricidade e enfrentou o despovoamento que marcou grande parte do interior.
Quem conhece São Sebastião dos Carros ou já ouviu falar do antigo povoado de Papa Leite?
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🌞 Bom dia, Sobral da Adiça
O nome conta uma parte da história: “Sobral” estará ligado ao latim suberale, terra de sobreiros, enquanto “Adiça” é tradicionalmente associado ao árabe e à ideia de mina de ouro. E não é uma associação de lenda, esta serra guarda antigas explorações mineiras e uma história que remonta a tempos muito anteriores a Portugal.
Em 1930, a descoberta do Tesouro do Álamo, um conjunto de cinco peças de ouro da época pré-romana, veio confirmar a riqueza arqueológica deste território.
Hoje, Sobral da Adiça continua ligado à agricultura, à olivicultura, à pecuária e a antigos ofícios. Uma terra entre a serra e os rios Ardila e Guadiana, onde o ouro não está apenas nas histórias antigas, mas também no património que ficou.
Quem conhece Sobral da Adiça e já ouviu contar a história do Tesouro do Álamo?
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O nome conta uma parte da história: “Sobral” estará ligado ao latim suberale, terra de sobreiros, enquanto “Adiça” é tradicionalmente associado ao árabe e à ideia de mina de ouro. E não é uma associação de lenda, esta serra guarda antigas explorações mineiras e uma história que remonta a tempos muito anteriores a Portugal.
Em 1930, a descoberta do Tesouro do Álamo, um conjunto de cinco peças de ouro da época pré-romana, veio confirmar a riqueza arqueológica deste território.
Hoje, Sobral da Adiça continua ligado à agricultura, à olivicultura, à pecuária e a antigos ofícios. Uma terra entre a serra e os rios Ardila e Guadiana, onde o ouro não está apenas nas histórias antigas, mas também no património que ficou.
Quem conhece Sobral da Adiça e já ouviu contar a história do Tesouro do Álamo?
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🌞 Bom dia, Fornalhas Novas
No interior norte de Odemira, Fornalhas Novas é um dos lugares rurais da freguesia de Bicos, numa paisagem onde a agricultura e a floresta se encontram e onde o montado, os campos e as explorações agrícolas continuam a definir o território.
É também uma terra de produção: por aqui encontramos agricultura, olival, viticultura, criação animal e atividades florestais, numa zona que mantém uma forte relação com a terra.
Quem conhece Fornalhas Novas e as suas histórias?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
No interior norte de Odemira, Fornalhas Novas é um dos lugares rurais da freguesia de Bicos, numa paisagem onde a agricultura e a floresta se encontram e onde o montado, os campos e as explorações agrícolas continuam a definir o território.
É também uma terra de produção: por aqui encontramos agricultura, olival, viticultura, criação animal e atividades florestais, numa zona que mantém uma forte relação com a terra.
Quem conhece Fornalhas Novas e as suas histórias?
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🌞 Bom dia, Bicada
No limite da freguesia de Espírito Santo, Bicada é um lugar onde a escala da terra não impede a vontade de fazer comunidade. Com cerca de 30 habitantes, mantém-se ligada à agricultura e à paisagem rural que caracteriza esta margem do grande território de Mértola.
E há aqui uma marca que merece ser valorizada: a Associação de Moradores e Amigos de Bicada, exemplo dessa capacidade tão própria dos pequenos lugares de se organizarem para manter viva a terra, criar momentos de encontro e cuidar do lugar onde vivem.
Quem conhece Bicada e sabe da amizade pela terra?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
No limite da freguesia de Espírito Santo, Bicada é um lugar onde a escala da terra não impede a vontade de fazer comunidade. Com cerca de 30 habitantes, mantém-se ligada à agricultura e à paisagem rural que caracteriza esta margem do grande território de Mértola.
E há aqui uma marca que merece ser valorizada: a Associação de Moradores e Amigos de Bicada, exemplo dessa capacidade tão própria dos pequenos lugares de se organizarem para manter viva a terra, criar momentos de encontro e cuidar do lugar onde vivem.
Quem conhece Bicada e sabe da amizade pela terra?
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🌞 Bom dia, Álvares
No centro do enorme território de Mértola, Álvares é uma pequena terra de cerca de meia centena de habitantes, encaixada numa paisagem de serra e montado e próxima da ribeira de Oeiras.
A própria serra junto a Álvares chega aos 310 metros de altitude, ajudando a desenhar uma paisagem que, neste concelho, marca a transição entre os campos abertos e o relevo mais acidentado do sul. E por aqui passa também a Grande Rota do Guadiana, aproximando esta pequena comunidade dos grandes caminhos pedestres que atravessam o território.
Quem conhece Álvares e sabe as histórias desta pequena terra?
#bomdia #bomdiaoatual #oatual #informacaodeverdade
No centro do enorme território de Mértola, Álvares é uma pequena terra de cerca de meia centena de habitantes, encaixada numa paisagem de serra e montado e próxima da ribeira de Oeiras.
A própria serra junto a Álvares chega aos 310 metros de altitude, ajudando a desenhar uma paisagem que, neste concelho, marca a transição entre os campos abertos e o relevo mais acidentado do sul. E por aqui passa também a Grande Rota do Guadiana, aproximando esta pequena comunidade dos grandes caminhos pedestres que atravessam o território.
Quem conhece Álvares e sabe as histórias desta pequena terra?
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🌞 Bom dia, Bringelinho
Junto a Santa Bárbara dos Padrões, Bringelinho é uma pequena povoação de casas baixas e brancas, em plena paisagem do Campo Branco. A terra rural perdeu população ao longo das últimas décadas, mas conserva uma identidade muito própria.
Hoje, a agricultura e a pastorícia continuam a fazer parte da paisagem, enquanto a proximidade da Mina de Neves-Corvo trouxe uma nova dimensão económica a toda esta freguesia. Beringelinho surge, aliás, mesmo dentro da área envolvente da exploração mineira.
Quem conhece Bringelinho e ainda guarda memória dos tempos em que havia muito mais gente pelas suas ruas?
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Junto a Santa Bárbara dos Padrões, Bringelinho é uma pequena povoação de casas baixas e brancas, em plena paisagem do Campo Branco. A terra rural perdeu população ao longo das últimas décadas, mas conserva uma identidade muito própria.
Hoje, a agricultura e a pastorícia continuam a fazer parte da paisagem, enquanto a proximidade da Mina de Neves-Corvo trouxe uma nova dimensão económica a toda esta freguesia. Beringelinho surge, aliás, mesmo dentro da área envolvente da exploração mineira.
Quem conhece Bringelinho e ainda guarda memória dos tempos em que havia muito mais gente pelas suas ruas?
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🌞 Bom dia, Beja
Capital do Baixo Alentejo, Beja é cidade de muitas camadas: romana, islâmica, medieval e contemporânea. Foi Pax Julia para os Romanos e foi também a cidade de onde saiu uma das figuras maiores da história portuguesa, D. Manuel I, que antes de ser rei foi duque de Beja.
E há uma outra Beja, mais íntima, a da janela de Mariana Alcoforado, no antigo Convento da Conceição, onde a tradição colocou a freira que ficou associada às célebres Cartas Portuguesas. Uma história que há séculos continua a alimentar a imaginação muito para lá da cidade.
Hoje, Beja mantém a sua vocação de centro cultural, económico e de serviços, afirmando-se como uma das grandes centralidades do sul.
Quem conhece Beja e ainda encontra uma história nova cada vez que percorre as suas ruas?
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Capital do Baixo Alentejo, Beja é cidade de muitas camadas: romana, islâmica, medieval e contemporânea. Foi Pax Julia para os Romanos e foi também a cidade de onde saiu uma das figuras maiores da história portuguesa, D. Manuel I, que antes de ser rei foi duque de Beja.
E há uma outra Beja, mais íntima, a da janela de Mariana Alcoforado, no antigo Convento da Conceição, onde a tradição colocou a freira que ficou associada às célebres Cartas Portuguesas. Uma história que há séculos continua a alimentar a imaginação muito para lá da cidade.
Hoje, Beja mantém a sua vocação de centro cultural, económico e de serviços, afirmando-se como uma das grandes centralidades do sul.
Quem conhece Beja e ainda encontra uma história nova cada vez que percorre as suas ruas?
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