Foto: STAL

Na nota de imprensa, o sindicato refere que a decisão foi aprovada na reunião da Câmara Municipal de 19 de junho e confirmada pela Assembleia Municipal de 29 de junho, com os votos favoráveis do PSD, PS e Chega, prevendo um contrato no valor global de 2,4 milhões de euros para o período entre 2026 e 2028.

O STAL reconhece a integração de 18 novos trabalhadores nos quadros da autarquia, mas considera que esse reforço "é insuficiente" para responder às necessidades permanentes dos serviços municipais, defendendo que o município deveria apostar no reforço dos serviços públicos e na contratação de mais trabalhadores com vínculo público, em vez de recorrer à externalização de serviços.

O sindicato alerta ainda para aquilo que considera serem os riscos desta opção, apontando um eventual aumento dos custos, perda de qualidade do serviço, precarização laboral e subordinação da gestão da limpeza urbana a interesses privados.

Na mesma nota, o STAL reafirma a sua oposição à privatização dos serviços municipais e defende que os cerca de 2,4 milhões de euros previstos para este contrato deveriam ser investidos no reforço dos serviços municipais e na contratação de trabalhadores, garantindo, na sua perspectiva, uma resposta pública mais eficaz e estável.

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