STAL denuncia "pressão e chantagem" dos diretores das escolas junto dos assistentes operacionais-greve da função pública
Em dia de greve nacional da função pública, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) contesta os serviços mínimos para o pessoal não docente nas escolas. O STAL denuncia "pressão e chantagem" por parte dos diretores das escolas.
O ministério da Educação entende que tem legitimidade para
pedir que sejam fixados serviços mínimos para as greves nas escolas, incluindo
para o trabalho dos não docentes, cujo serviço é distribuído pelos diretores
escolares. Entendimento diferente tem o STAL, uma vez que os assistentes
operacionais passaram, com a descentralização de competências, para a alçada
das autarquias.
Vasco Santana, dirigente do STAL em Beja, garante que para o pré-aviso de greve apresentado pelo sindicato que representa não foram solicitadas serviços mínimos e deixa fortes criticas a alguns diretores de escolas desta região que fizeram “pressão e vantagem” junto dos trabalhadores não docentes. Vasco Santana denuncia mesmo “ameaças” de faltas injustificadas ou processos disciplinares a quem não cumprisse os serviços mínimos. As câmaras também não ficam de fora das criticas.
Vasco Santana avança também com um primeiro balanço à greve, o sindicalista afirma que está dentro das expetativas e com uma adesão ligeiramente superior àquilo que tem sido nos últimos anos.
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