Reunião da CIMBAL em Barrancos debate reprogramação do Alentejo 2030
O Centro Interpretativo do Barranquenho, em Barrancos, acolheu a reunião ordinária do mês de junho do Conselho Intermunicipal da CIMBAL-Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo. Os impactos da aprovação recente de Reprogramação do Alentejo 2030 foi um dos temas em destaque.
Em jeito de balanço, a CIMBAL afirma que, “de entre os pontos da Ordem de Trabalhos, o principal destaque foi concedido aos impactos da aprovação recente de Reprogramação do Alentejo 2030, no desenvolvimento da execução dos projetos dos municípios do Baixo Alentejo, assim como a introdução de prioridades de investimento respeitantes à Habitação, no âmbito do Investimento Territorial Integrado do Baixo Alentejo.”
Neste momento é aguardada a publicação dos respetivos Avisos de Candidatura, de forma a aferir a elegibilidade das despesas, assim como as respetivas taxas de comparticipação.
No Período Antes da Ordem do Dia, mereceram destaque o Plano Local de Saúde do Baixo Alentejo 2030, Évora 27-Capital Europeia da Cultura e a Orquestra Regional do Alentejo.
No que toca ao Plano Local de Saúde do Baixo Alentejo 2030, marcou presença, em representação da Equipa Executora, Sara Duarte, diretora do Departamento de Saúde Pública da ULSBA, que “reforçou o necessário alinhamento institucional com os municípios do Baixo Alentejo, partilhando os principais objetivos e eixos estratégicos, para a implementação das medidas propostas”.
Esta reunião também contou com Maria do Céu Ramos, Presidente da Direção da Associação Évora 27 que apresentou o conjunto de iniciativas e programas a desenvolver com os Municípios do Baixo Alentejo e com os diversos agentes culturais, educativos e sociais do território no ^âmbito do evento Évora 27-Capital Europeia da Cultura.
Na reunião da CIMBAL, em Barrancos, estiveram ainda Gonçalo
Lourenço e João Branco da Comissão Instaladora da Orquestra Regional do
Alentejo para fazer uma “apresentação sobre a importância da implementação
deste importante projeto, focando os impactos positivos, não apenas para a
cultura, mas também na economia, educação, inclusão social, etc.”
Foram ainda abordados os apoios disponibilizados pela DGArtes para este projeto
e a necessidade do envolvimento dos municípios do território.
