PSD de Beja pede serenidade e confiança com as alterações no Executivo Municipal
A suspensão do mandato da vice-presidente da câmara de Beja, Liliana Cabecinha, deve ser encarada, segundo a distrital de Beja do PSD, “com serenidade e confiança, como um momento de continuidade e de renovação da equipa, mantendo intacto o compromisso da coligação Beja Consegue com os munícipes e com o projeto que se propôs concretizar.”
De acordo com o PSD, o foco vai continuar a estar “no trabalho, na resolução dos problemas do concelho e na construção de um Município melhor.”
Para o PSD, “um projeto desta dimensão vai muito além de um nome que o integra, seja ele quem for, com exceção feita ao seu principal rosto, Nuno Palma Ferro. Há muita gente envolvida seja com mais ação pública ou mais anonimato e foi essa circunstância que fez afirmar e tornar este projeto vencedor.”
O PSD realça que “também na vida política existem projetos pessoais, profissionais ou familiares que, em determinados momentos, podem sobrepor-se às responsabilidades políticas sem antes os podermos prever” e, acrescenta que “essas opções devem ser respeitadas e não transformadas em interpretações, casos ou especulações protagonizadas por alguma comunicação social e pela oposição que sem argumentos para fazer o seu trabalho, resta-lhes alimentar histórias infundadas.”
Embora reconheça que qualquer alteração numa equipa suscite sempre a questão da sua continuidade, o PSD de Beja destaca que só teria motivos para preocupação se a pessoa que se segue "não desse garantias de capacidade, compromisso e confiança” o que garante “não é esse, manifestamente, o caso.”
A entrada do João Brás da Silva dá, segundo o PSD, todas essas garantias, por ser, “uma pessoa que conhece o projeto, conhece a realidade do Município e reúne condições ótimas para assumir as novas responsabilidades com competência, dedicação e espírito de equipa.”
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