PSD de Beja ouve preocupações dos empresários da região
A Comissão Política de Secção de Beja do Partido Social Democrata reuniu-se com a Direção da Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral (NERBE/AEBAL). Uma reunião para o PSD ouvir as preocupações dos empresários da região.
Preocupações, segundo o PSD, “face à presente
conjuntura de instabilidade económica e social, mas também num momento em que
estão em curso importantes acordos financeiros ao abrigo do Programa de
Recuperação e Resiliência e da parceria estabelecida entre Portugal e a
Comissão Europeia-Portugal 2030.”
De acordo com o PSD, o presidente do NERBE/AEBAL, David Simão considerou “premente a efetividade de investimentos nas acessibilidades do território, concretamente na rodovia, na ferrovia e no Aeroporto de Beja, para dar viabilidade aos projetos que se pretendem para o futuro das empresas e das populações” e apontou “a inércia deste governo que teima em desconsiderar a região Alentejo e os seus projetos estruturantes.”
David Simão salientou ainda, segundo David Simão, “a importância da agilização entre as várias entidades representativas dos vários setores de atividade, para tornar possível um maior desenvolvimento e dinâmica empresariais” o que significa que “devemos aproveitar a modernidade que se atingiu no setor agrícola da região e subir na cadeia de valor, apostando em cativar empresas do setor da aeronáutica para o aproveitamento, que se impõe, do Aeroporto de Beja nas suas diversas dimensões e potencialidades. “
Para apoio concreto às empresas, foi defendida a constituição de um “Balcão Único”, um sistema unificado e ágil para empresas e empresários, que responda objetivamente a todas as perguntas acerca das potencialidades da região.
Tendo em conta que em todos os setores de atividade, a mão de obra é parte fundamental, a Comissão Política do PSD Beja questionou relativamente à integração de imigrantes nas empresas, tendo sido garantido que “é um assunto primordial na agenda das empresas, já que todas as pessoas são importantes para colmatar a muita falta de mão de obra. Mas têm de ser esgotadas todas as medidas possíveis para que sejam bem acolhidos, integrados e encontrem condições de vida humanamente dignas.”
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