A resolução de todas as situações que decorrem da contabilização dos pontos, incluindo o pagamento dos retroativos, a admissão de mais enfermeiros, a contagem de tempo de serviço prestado em vínculo precário, a transição para a categoria de Enfermeiro-Especialista de todos os titulados que o eram em 2019 e, de forma discriminatória, uns transitaram e outros não e a aplicação em legislação relativa aos horários de trabalho são alguns dos objetivos desta greve.

O SEP reivindica ainda a abertura de concursos de acesso às categorias de Enfermeiro-Especialista, de Enfermeiro-Gestor e em lugares de Direção, a negociação de um sistema de Avaliação do Desempenho adequado às especificidades da profissão de Enfermagem, direcionado para a prática dos cuidados e sem quotas, assim como, a negociação de formas de compensação do risco e da penosidade, desde logo através da alteração dos critérios para a aposentação-.

O sindicato pretende ainda que o Governo retire a proposta de alteração da legislação laboral, o Pacote Laboral, porque “retira direitos e impõe aos trabalhadores a quase disponibilidade total para as necessidades das empresas, incluindo o setor empresarial do Estado”.

Para o SEP, o reforço do Serviço Nacional de Saúde é fundamental e é “absolutamente obrigatório que o Ministério da Saúde contrate os profissionais necessários para garantir o carácter temporário previsto na lei relativamente à reorganização em curso nos serviços de urgência pediátrica e blocos de partos.”

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