Para a CGTP-IN as  propostas apresentadas pelo governo representam “um ataque aos direitos dos trabalhadores e o aprofundamento do modelo assente nos baixos salários e na precariedade laboral” e visam “promover mudanças significativas no Código do Trabalho e atender às exigências das associações patronais”.

Ainda segundo a central sindical, as medidas propostas “configuram num assalto aos direitos dos trabalhadores e visam a perpetuação e agravamento dos baixos salários, promovem a desregulação dos horários, multiplicam os motivos e alargam os prazos para os vínculos precários, facilitam os despedimentos e limitam a defesa e reintegração dos trabalhadores , atacam os direitos de maternidade e paternidade, facilitam a caducidade e promove a destruição da contratação coletiva, atacam a liberdade sindical e o direito à greve, impondo limitações que ferem de forma profunda estes direitos fundamentais”.

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