Para além da realização da manifestação, na última reunião reunião do Conselho Nacional da CGTP-IN ficou ainda decidido  "realizar uma ação de mobilização geral, por mais salário e direitos para uma vida digna, contra o aumento do custo de vida e pela retirada do pacote laboral" com início a 9 de fevereiro.

A partir desse dia vão ser realizados, em vários pontos do país plenários, ações de rua, concentrações, manifestações e greves setoriais" de maneira a preparar e mobilizar os trabalhadores para a manifestação nacional.

Para a CGTP-IN as  propostas apresentadas pelo governo representam “um ataque aos direitos dos trabalhadores e o aprofundamento do modelo assente nos baixos salários e na precariedade laboral” e visam “promover mudanças significativas no Código do Trabalho e atender às exigências das associações patronais”.

Ainda segundo a central sindical, as medidas propostas “configuram num assalto aos direitos dos trabalhadores e visam a perpetuação e agravamento dos baixos salários, promovem a desregulação dos horários, multiplicam os motivos e alargam os prazos para os vínculos precários, facilitam os despedimentos e limitam a defesa e reintegração dos trabalhadores , atacam os direitos de maternidade e paternidade, facilitam a caducidade e promove a destruição da contratação coletiva, atacam a liberdade sindical e o direito à greve, impondo limitações que ferem de forma profunda estes direitos fundamentais”.

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