Em comunicado, a CDU sustenta que o PS optou “desde o primeiro momento” por uma “aliança de conveniência” com o CHEGA, não para assegurar estabilidade política, mas “exclusivamente para bloquear e inviabilizar o funcionamento da Junta de Freguesia”.

A coligação afirma que, ao longo dos últimos meses, todas as propostas apresentadas nas sete Assembleias de Freguesia realizadas foram rejeitadas “por uma lógica de bloqueio político premeditado”.

Segundo a CDU, o objetivo do PS passou sempre por “impedir a CDU de governar” e provocar um “impasse artificial” que levasse à repetição das eleições.

No documento, a coligação acusa ainda os socialistas de nunca terem aceite “o resultado das eleições” e de promoverem uma estratégia de “desgaste institucional”, alegando que tal atrasou decisões e comprometeu o normal funcionamento da freguesia.

A CDU considera que a atuação do PS teve como finalidade “alterar, fora das urnas, aquilo que não conseguiram alcançar com o voto”.

Perante o impasse político, os eleitos e candidatos da CDU renunciaram aos mandatos, decisão que a coligação apresenta como um “ato de respeito pela democracia e pela vontade popular”.

Comente esta notícia

Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.