Beja presente no protesto nacional do STAL em Lisboa
O STAL realiza, hoje, um protesto nacional, em Lisboa, entre o Jardim da Estrela e o Jardim das Francesinhas, junto à Assembleia da República. O distrito de Beja marca presença.
Os trabalhadores da administração local exigem ao governo uma resposta positiva às suas reivindicações, designadamente a urgente valorização das suas carreiras e profissões, melhores salários e condições de trabalho e o reforço dos Serviços Públicos.
De acordo com o STAL “esta ação de luta é a resposta dos trabalhadores ao silêncio do governo PSD/CDS às propostas apresentadas pelo STAL em 25 de junho, num abaixo-assinado subscrito por 25 mil trabalhadores da Administração Local e do sector empresarial, de Norte a Sul do País, os quais são fundamentais na prestação de Serviços Públicos essenciais às populações.”
Afirma ainda o STAL que “a degradação do poder de compra dos trabalhadores e pensionistas da Administração Pública – particularmente os da Administração Local, que auferem os salários mais baixos – continuam a agravar-se, atingindo mínimos insuportáveis.”
Segundo o STAL, “perante o agravamento da crise económica e social, e a ausência de soluções para os problemas e de resposta às reivindicações dos trabalhadores, o caminho só pode ser o da intensificação da luta”.
O aumento imediato de todos os salários, o salário mínimo de 1000 euros em 2024, o subsídio de refeição em 10.50 euros, a correção justa e real da Tabela Remuneratória Única e a valorização de todas as carreiras e profissões são algumas das reivindicações do STAL.
O sindicato pede ainda a revogação do SIADAP e a sua substituição por um sistema de avaliação sem quotas, formativo, equitativo e justo, a aplicação correta e abrangente do Suplemento de Penosidade e Insalubridade, bem como a atualização dos seus valores e a incorporação do fator Risco, a regulamentação do Subsídio de Piquete/Disponibilidade, a identificação e regulamentação das profissões de desgaste rápido na Administração Local e Empresas Municipais e Concessionárias e o reforço dos Serviços Públicos e das Funções Sociais do Estado são as outras reivindicações.
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