Assembleia da República aprova voto de saudação pelo centenário das Irmãs Oblatas do Divino Coração
A Assembleia da República aprovou por unanimidade um voto de saudação pelo centenário da Congregação das Irmãs Oblatas do Divino Coração, presente no distrito de Beja há 80 anos. A proposta partiu do grupo parlamentar do Chega.
Foto: Diocese de Beja
A Congregação das Irmãs Oblatas do Divino Coração assinalou, em maio de 2026, os cem anos da sua fundação, e os oitenta anos de presença na Diocese de Beja.
Fundada a 15 de maio de 1926 por D. José do Patrocínio Dias, então Bispo de Beja, sob o lema “atrairei tudo a mim”, esta Congregação nasceu do desígnio de dotar o Alentejo de uma família religiosa votada à evangelização, à catequese, à educação da fé e ao serviço dos mais pobres.
Foi em 1946, que seis mulheres, Mariana Durão, Maria Dionísio, Maria Henriqueta, Maria José Raposo, Maria da Luz Mendes e Beatriz Bandeira de Mello de Gamboa, deram início à sua vida comunitária, lançando raízes que perduram há já oito décadas.
No voto de saudação é recordado que “as Oblatas constituem, aliás, uma presença efetiva, mas discreta, e transformadora, no Baixo Alentejo, onde, da catequese e da pastoral às obras sociais, do Patronato de Santo António, em Beja, às creches e jardins de infância de Moura e de Odemira, acolheram, formaram crianças, ampararam os mais vulneráveis e mantiveram viva a fé em muitas comunidades alentejanas.”
É ainda realçada, “a perseverança desta Congregação na sua missão de fé, esperança e caridade prestada à Diocese de Beja, ao Alentejo e ao País, o seu trabalho na ação pastoral, social e educativa, e a sua fidelidade ao Evangelho e entrega ao próximo, que constituem um verdadeiro testemunho que honra a Igreja Católica e dignifica Portugal.”
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