Alentejo 2030 disponibiliza 5,3ME para recuperação de património cultural
O programa Alentejo 2030 tem abertas candidaturas para apoiar investimentos de valorização cultural e recuperação do património histórico da região, com uma dotação de 5,3 milhões de euros, divulgou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).
Em comunicado, a CCDR do Alentejo indicou que o respetivo aviso de concurso “Valorização do Património Cultural (ITI)” disponibiliza uma dotação de 5.343.436 euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
“O concurso visa reforçar o papel da cultura na afirmação da identidade alentejana, promovendo simultaneamente a atratividade dos territórios, dinamização económica local e captação de visitantes, através da qualificação e valorização de ativos patrimoniais com relevância cultural e turística”, disse.
Segundo a CCDR do Alentejo, são elegíveis projetos de valorização do património cultural, incluindo museus, com prioridade para intervenções sobre bens imóveis classificados, nomeadamente património de interesse municipal.
Podem concorrer ao apoio câmaras e entidades privadas sem fins lucrativos, desde que atuem em cooperação com os municípios das áreas abrangidas pelas Estratégias Integradas de Desenvolvimento Territorial das Comunidades Intermunicipais do Alentejo.
Com uma taxa máxima de cofinanciamento FEDER de 85%, a dotação financeira é repartida pelas cinco comunidades intermunicipais, com o Alentejo Central (CIMAC) a ficar com a maior 'fatia', num 3.331.000 euros, explicou o mesmo oganismo.
Seguem-se o Alto Alentejo (CIMAA), com 921.000 euros, o Alentejo Litoral (CIMAL), com 500.000 euros, o Baixo Alentejo (CIMBAL), com 341.436 euros, e Lezíria do Tejo (CIMLT), com 250.000 euros, adiantou.
As candidaturas decorrem por fases, com a primeira data de encerramento no dia 31 deste mês, prolongando-se o período de submissão até 30 de junho de 2027.
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